terça-feira, 25 de maio de 2010

João Pessoa (PB): Plano Estadual de Habitação será apresentado hoje

O Plano Estadual de Habitação de Interesse Social (PEHIS) será apresentado e analisado, nesta terça-feira (25), a partir das 8h, na sede da Companhia de Habitação Popular (Cehap), em João Pessoa. O fórum contará com exposições e debates de autoridades estaduais e federais na área habitacional e de políticas urbanas e da presidente da Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap), Socorro Gadelha.

Socorro Gadelha fará uma palestra sobre o tema ‘A Cehap Construindo Cidadania’. Em seguida, a engenheira da Caixa Econômica Federal, Adriana Pontual, fará uma explanação sobre a Política Nacional de Habitação.

Ainda durante o evento, que terá prosseguimento até às 12h, estará em pauta o tema ‘A Metodologia para Aplicação do Plano de Habitação de Interesse Social, que terá como facilitadora a consultora Angeluce Barbosa.

De acordo com Socorro Gadelha, o PEHIS objetiva promover o planejamento das ações do setor habitacional de forma a garantir o acesso a moradia digna a população, sobretudo a população de baixa renda. “Este Plano prevê, ainda, que suas ações sejam estendidas a todos no Estado, explicou.

Fonte: Click PB

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Rio de Janeiro: Novos condomínios incluem cada vez mais opções de lazer

O feirão de imóveis da Caixa Econômica Federal, que termina hoje, às 18h, no Riocentro, mostrou, entre muitas outras coisas, que as construtoras estão usando e abusando da criatividade para atender à demanda, cada vez maior, de novos compradores da casa própria.

Estúdio de música (o chamado “band garage”), pista de skate, praça e hotel para cachorros, redário... A lista de itens dos já conhecidos “condomínios-clube” não para de crescer e começa a migrar para empreendimentos mais baratos, como os enquadrados no programa “Minha casa, minha vida”.

É o caso, por exemplo, do “Minha Praia”, da Living e da MDL, com unidades de até R$ 130 mil. O condomínio — o primeiro do projeto habitacional do governo a ser instalado na Barra da Tijuca — incluirá um redário, que é um espaço com redes espalhadas para o descanso dos moradores.

Convivência

Para Renato Barbosa, diretor comercial da Toledo & Associados, empresa de pesquisa que promoverá o 1 Seminário Tendências do Consumo Contemporâneo, em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo, o grande desafio das construtoras na produção de empreendimentos para a classe C é o de criar itens que priorizem a convivência entre os moradores.

— É um público que está acostumado com casa e com a proximidade entre vizinhos. Áreas de integração são as que mais atraem esses compradores — disse Renato, ressaltando que já existem até condomínios com hotéis para cachorro, os chamados, “clubes do cão”.

Fonte: Extra Online

Crédito imobiliário deve se tornar principal estrela

O crédito ao consumo deve continuar a crescer, mas não num ritmo tão explosivo quanto desde o início desta década. No seu lugar, como principal estrela do mercado de crédito à pessoa física no Brasil, devem entrar os financiamentos imobiliários. Essa é, em resumo, a visão de economistas e executivos do setor ouvidos pelo Estado.

"O crédito à pessoa física relacionado ao consumo ainda não esgotou seu potencial de crescimento, mas já não é mais uma aberração como o crédito imobiliário, que está extremamente defasado e traz agora o grande potencial de expansão", diz Octavio de Barros, diretor de Pesquisa Macroeconômica do Bradesco.

Segundo Nilson Pelegrino, diretor do Departamento de Empréstimos e Financiamentos do Bradesco, o crédito imobiliário do banco deve crescer acima de 30% em 2010. "Estamos com operações de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão por mês, entre financiamento aos mutuários finais e crédito a construtoras."

Para a economista Luíza Rodrigues, do Santander, a tendência é que o crédito imobiliário, que hoje não passa de 3% do PIB, cresça para um nível acima de 20% ao longo dos próximos anos: "É um porcentual normal para um país emergente". Nos Estados Unidos, é acima de 100% do PIB. Luíza acrescenta que o juro de 10% ao ano parece um "número mágico", a partir do qual se nota um crescimento acelerado do crédito imobiliário.

Selic. Um possível fator de desaceleração do crédito para a pessoa física é o início do ciclo de altas da Selic, o juros básico, para segurar a inflação. Para Giovanna Siniscalchi, economista do Itaú-Unibanco, o aperto da política monetária "deve reduzir o ritmo, mas não levar a crescimento negativo".

Rubens Sardenberg, economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), acha fundamental que as políticas fiscal e monetária evitem um susto inflacionário, que poderia provocar um pinote nas taxas de juros e interromper de forma mais traumática a expansão do crédito. "Se esse aperto vier como se espera, ele vai apenas moderar o crescimento da economia não atrapalha."

Fonte: Estadão

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Cuidados na hora de comprar a casa própria

O sonho de possuir uma casa própria, saindo da casa dos pais, deixando de dividir a casa com parentes, amigos e, principalmente, deixando de pagar aluguel acompanha um grande número de brasileiros. Contudo, a falta de um planejamento financeiro faz com que muitas vezes esse sonho se torne um verdadeiro pesadelo, levando a pessoa a um grande endividamento, que comprometerá o futuro financeiro dela e de sua família.

Assim, qual é a hora certa de comprar uma casa? A resposta dessa pergunta é que essa aquisição só será possível quando a pessoa tiver total controle de suas finanças pessoais, podendo direcionar uma parte de sua receita para esse fim. Para isso é necessária uma posição pró-ativa perante o dinheiro, controlando os seus gastos, tomando as rédeas de sua vida financeira.

O primeiro passo é estabelecer qual o valor do sonho que deseja realizar. Assim tem que mentalizar qual é a casa que deseja comprar. Só com esse valor em mãos é que realmente se pode iniciar o controle das finanças, determinando o objetivo a ser atingido.

O próximo passo será a elaboração de anotações diárias com todos os gastos descriminados, esse material deve ser repassado para uma planilha, a partir da qual realizará uma análise mensal dos gastos, vendo onde esses são excessivos e o que pode ser feito para economizar. São vários os exemplos para fazer economia: famílias que possuem dois carros, deixando um parado na garagem, podem vender um e se o carro for popular, além do valor da venda, economizará aproximadamente R$ 500,00 por mês de manutenção. E esse é apenas um caso.

É importante registrar que não basta somente guardar o valor total da casa, mas, também somar a este montante o valor da escritura, instalações, móveis, entre outros gastos. Também deverá ser verificado e estudado o entorno de onde se pretende comprar a nova casa, por um motivo simples: o custo de vida do local. Geralmente se quer um lugar melhor e aí o custo do padrão de vida mais alto pode refletir diretamente no orçamento financeiro, como exemplo custo da padaria, gasolina, açougue, condomínio, IPTU, entre outros.

Ainda sobre o local, uma casa perto do local de trabalho é interessante, mas não fundamental. Atualmente, as pessoas mudam constantemente de emprego, assim você nunca saberá onde trabalhará no futuro. Um lugar bom hoje pode ser péssimo amanhã. O ideal e comprar uma casa em local de fácil acesso.

Não pense que as preocupações acabaram com a compra, sendo que é sempre importante lembrar que se a casa não for nova também cria a necessidade de reformas, por isso, antes da aquisição é preciso analisar o estado de conservação. Uma casa em estado péssimo de conservação com certeza representará custos, sendo que ninguém é feliz em uma casa caindo aos pedaços. O ideal é uma casa nova, caso não seja possível examine cuidadosamente suas instalações, antes de fechar o negocio.

Com a facilidade de crédito com muitos anos para pagar se criou um grande risco para famílias, visto que nossa população brasileira ainda não tem o habito e cultura de projetar em seu orçamento estas prestações. É aconselhável que se faça uma simulação em algumas instituições financeiras de crédito habitacional e conhecendo o valor da prestação, deverá ser feito uma simulação inserindo este valor dentro do orçamento financeiro.

É muito importante registrar que nem sempre a melhor opção é trocar o aluguel pela prestação da casa própria, visto que o aluguel no Brasil vem sendo cada vez mais baixo em relação ao valor do imóvel, portanto muitas vezes é melhor conhecer o que iria pagar em um financiamento, continuar pagando aluguel e guardar a diferença entre a simulada prestação do financiamento, menos o valor do aluguel. Em um prazo menor que o financiamento você poderá adquirir a casa, pois, os juros estarão ao seu favor e não o contrário.

Assim, aproveitar as oportunidades oferecidas é muito bom, entretanto, isso só será realmente válido com muito cuidado, fazendo com que a decisão seja acertada e o sonho seja realmente realizado.

Fonte: Administradores.com.br

terça-feira, 18 de maio de 2010

Rio Claro (SP): projetos habitacionais aquecem economia do município

A Prefeitura de Rio Claro encaminha, atualmente, vários projetos de moradias populares. A remoção de famílias da Vila Stecca é um exemplo desta ação que o município vem assumindo, solucionando um problema de décadas. Desde fevereiro deste ano, foram desocupadas 10 moradias daquele local, com os residentes transferidos para suas novas casas. Outras nove famílias daquela vila já estão envolvidas na construção de suas novas moradias no bairro Terranova, estimando-se que em breve já estejam alojadas em seus novos endereços.

Por outro lado, a Secretaria Municipal de Habitação também trabalha na finalização do projeto “Associativo na Planta”, que contempla unidades residenciais nos bairros Jardim Novo e Terranova. O projeto finaliza as 81 casas que restaram do projeto original, creditando-se à atual administração municipal a iniciativa de resgatar junto ao governo estadual as verbas para a conclusão das obras.

Em outra frente, a prefeitura executa, desde março, o importante projeto do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), que prevê a edificação de 117 casas, no sistema de autoconstrução, também nos bairros Jardim Novo e Terranova, bem como na Vila da Paz, Jardim Centenário e ainda nos jardins Inocoop e Santa Elisa. O cronograma de construção está em andamento no Terranova e se inicia também neste mês na Vila da Paz.

Fonte: JC

Programa Habitacional: Saiba como e quem pode financiar pelo Minha Casa, Minha Vida

Com os cerca de 200 mil imóveis disponíveis no Feirão da Casa Própria apenas no programa Minha Casa, Minha Vida, a expectativa é que o interesse pelo programa habitacional aumente ainda mais.

Criado em abril de 2009, o MCMV financiou, no primeiro ano de existência, 408 mil imóveis, segundo dados da Caixa Econômica Federal – instituição responsável pela contratação do programa.

Nas previsões do governo, o Minha Casa, Minha Vida deve encerrar 2010 com um milhão de imóveis financiados, número que deve dobrar nos próximos quatro anos.

Apesar das várias mudanças que estão em estudo e outras apenas sugeridas por diversas entidades (como a inclusão de imóveis usados ou o aumento no valor máximo do imóvel permitido para credenciamento), o programa ainda vale apenas para imóveis novos, de até R$ 130 mil.

Quem pode contratar?

O Minha Casa, Minha Vida pode ser contratado por indivíduos cuja renda familiar seja de até dez salários mínimos. As famílias que recebem de zero a três salários mínimos são as mais beneficiadas: elas recebem subsídio integral dos custos do seguro habitacional, necessário para a contratação de financiamentos, além da isenção dos custos de cartório para registro de imóveis.

O valor mínimo da prestação é R$ 50. Porém, o mutuário pode comprometer apenas 10% da renda familiar, em financiamento que se estende por, no máximo, 10 anos.

As famílias com renda entre três e seis salários mínimos, por sua vez, podem comprometer até 20% da renda com a prestação - já a isenção dos custos de cartório é de 90%.

Essa faixa se beneficia de um fundo garantidor. Se o mutuário ficar desempregado ou perder sua renda de outra forma, parte das prestações pode ser refinanciada. Famílias com renda entre três e cinco salários mínimos podem refinanciar até 36 prestações.

Neste caso, o governo paga até R$ 23 mil do valor de entrada do imóvel, de acordo com a faixa de renda e região. Nas cidades com mais de 50 mil habitantes, por exemplo, o subsídio às famílias da maior faixa de renda chega a R$ 2 mil.

Quem tem renda familiar entre seis e dez salários mínimos também pode aderir ao Minha Casa, Minha Vida. Porém, a redução dos custos do cartório cai para 80% e o refinanciamento em caso de desemprego é de 24 prestações (5 a 8 salários mínimos) ou 12 prestações (8 a 10 salários mínimos).

Como contratar?

O passo-a-passo para se contratar um financiamento pelo Minha Casa Minha Vida, de acordo com as recomendações da Caixa, é o seguinte:

• Faça uma simulação do financiamento no site: www.caixa.gov.br/habitacao/index.asp. A ferramenta ajuda a conhecer os tipos de financiamento que se adequam às necessidades do candidato à compra do imóvel. Simule o valor máximo de financiamento, prazo e prestação;

• Prepare a documentação. Para que o crédito seja liberado, o cadastro precisa estar regular. A lista de documentos varia um pouco, conforme o perfil do candidato. Também pelo site da Caixa há um formulário onde é possível preencher informações sobre o seu perfil (estado civil, fonte de renda, se usará ou não o FGTS). Ao confirmar tais dados, é gerada uma lista de documentos necessários para a contratação. O ideal é imprimir essa lista, para facilitar a sua checagem e a do banco;

• O próximo passo é ir a uma agência da Caixa e entregar a documentação para que seja feita a análise e a aprovação do crédito. Caso o usuário queira usar o FGTS, será necessário checar o saldo, o que pode exigir o Cartão Cidadão ou número do PIS. Nesse momento, você deve informar o imóvel escolhido;

• Depois da aprovação do crédito, será feita a avaliação técnica jurídica e de engenharia do imóvel escolhido. Neste momento, podem ser solicitados os documentos do imóvel e dos vendedores;

• Após a aprovação do processo, a Caixa agendará a assinatura do contrato. Com o contrato assinado, você deve registrá-lo no Cartório de Registro de Imóveis. Depois de registrado, ele deve ser entregue no banco para que o dinheiro seja liberado na conta do vendedor.

Fonte: Info Money

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Casa Própria: É um erro comprar um imóvel por impulso em feirão

São Paulo, SP - A compra de um imóvel não pode obedecer a impulsos. Decidir sem pesquisar e refletir pode trazer transtornos futuros, e até mesmo prejuízo financeiro. No calor do estímulo da propaganda dos Feirões da Casa Própria, que tem como chamariz o quase irresistível sorriso do ex-craque de futebol Raí, é difícil conter o impulso de sair comprando o primeiro imóvel que, teoricamente, tem prestações que cabem no bolso. Antes de decidir pela compra que vai comprometer o orçamento doméstico pelos próximos 30 anos, melhor é refletir, para tomar a decisão mais acertada.

Independente de encontrar a prestação compatível com a “profundidade” imediata do bolso, vale refletir sobre as “variáveis relevantes” que terão influência futura no conforto cotidiano.

Por exemplo: se você mora no bairro Aricanduva, na zona Leste da cidade de São Paulo, e trabalha na Barra Funda, uma viagem de metrô (ou, no máximo, um ônibus mais metrô) resolvem a locomoção diária. Será diferente (ao menos, por ora) se você comprar imóvel em um bairro da zona Sul. Além de assumir a prestação, você assumirá também o ônus de mais duas horas (uma para ir, outra para voltar) no trânsito diário. Cinco dias úteis por semana, quatro semanas ao mês, 11 meses ao ano (12, se as férias forem vendidas), e você furtará ao convívio familiar 440 horas, anualmente.

Nos Feirões pelo Brasil afora serão encontrados corretores e agentes financeiros capazes de informar tudo sobre as qualidades dos imóveis, as condições de financiamento e o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Dificilmente será encontrado um profissional que, antes de vender, pergunte sobre a relação entre o endereço do seu trabalho e a moradia atual, a importância que os seus filhos atribuem em permanecer no lugar onde estudam, a relevância da proximidade de parentes para o bom desempenho da lide cotidiana.

Distância medida em dinheiro - Como no caso de qualquer outro bem, para realizar uma boa compra de imóvel é necessário pesquisar com antecedência. Há casos em que 600 metros podem fazer uma enorme diferença.

Perdizes e Barra Funda são bairros vizinhos, que têm como um dos limites a Avenida Francisco Matarazzo. No lado da Barra Funda, no quarteirão imediatamente após a avenida, inicia a Alameda Olga, onde um imóvel com 60 m2 custa cerca de R$ 130 mil. Na mesma relação inversa (lado de Perdizes), um imóvel com 52 m2 na Rua Cândido Espinheira é oferecido por R$ 140 mil (ambos usados, preço a vista, prédios antigos, sem estrutura para lazer). A distância que separa os imóveis do exemplo é inferior a 600 metros.

Um Feirão é, antes de tudo, uma vitrina para mostrar as várias opções disponíveis para a realização do sonho da casa própria. Os produtos exibidos e ofertados não são perecíveis, portanto, o recomendável é evitar a compra por impulso. Ainda, “Feirão” não é “Sacolão”, ou seja: não há produtos em oferta com preços especiais (não obstante a eventualidade de promoções), e nem condições de financiamento diferentes das usuais.

Melhor mesmo é pesquisar. Antecipadamente e durante o evento, a grande maioria dos imóveis, em especial os lançamentos que estarão expostos nos Feirões são divulgados na mídia. Para efeito de pesquisa, o melhor veículo é a internet, porque proporciona conhecer o produto com amplo detalhamento, fazer simulações dos financiamentos, e comparar preços, tudo na intimidade do lar, sem tumultos e sem pressões.

“Passar adiante” um imóvel não é simples como revender um automóvel. Verificar preços em localizações limítrofes, refletir em conjunto com todos os membros da família, e só então decidir pela compra é a forma de realizar um negócio consistente, que trará como resultado a propriedade do imóvel que melhor se aproxima do desenho satisfatório da moradia que atende as aspirações, aí incluídas as “variáveis relevantes” que fazem parte do cotidiano familiar.

Fonte: Portal Exame

 
Google Analytics Alternative