segunda-feira, 15 de março de 2010

Londrina (PR): mais 656 casas do “Minha Casa, Minha Vida”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra-chefe da Casa Civil Dilma Roussef participaram nesta sexta-feira (12), em Londrina, da inauguração de uma empresa de telecomunicações e anunciaram a construção de mais 656 casas para famílias com renda de zero a três salários mínimos, pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”. A entrega das casas está prevista para o próximo ano.

As famílias beneficiadas serão selecionadas pela prefeitura de Londrina, por meio de um cadastro já realizado pela Companhia Nacional de Habitação (Cohab). Nesta etapa serão investidos R$ 29,5 milhões.

“Nossa ambição não tem limite. Se preparem, pois antes construíamos 200 mil casas populares, hoje aprendemos a construir um milhão”, enfatizou o presidente Lula, que afirmou ainda que hoje o Fundo Monetário Internacional (FMI) não palpita mais na economia brasileira e sim o Brasil que empresta dinheiro ao FMI. “Se o século XIX foi da Europa e o século XX foi dos Estados Unidos, o século XXI será do Brasil”, destacou.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, enfatizou que para o governo federal o programa é fundamental. “Sem um teto nenhum de nós tem dignidade. Este é um programa que dá cidadania. Por isso é uma obrigação do governo dar teto a população marginalizada. Este programa gera emprego e garante teto”.

Dilma explicou ainda que preferencialmente a mulher se torna a proprietária do imóvel. “Somos 52% da população brasileira. A mulher é que administra a casa e é a mãe de todos”.

O superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Roberto Luiz Bachmann, afirmou que “a construção das moradias do programa “Minha Casa, Minha Vida” está gerando mais de 6 mil empregos diretos, vitalizando a economia de Londrina e região norte do Paraná”.

O prefeito Barbosa Neto disse que as casas do programa vão garantir moradia para mais de 16 mil pessoas. “Este é um direito que as famílias conquistam com a casa própria”.

BALANÇO - Já foram investidos pelo governo federal, através do programa Minha Casa Minha Vida, cerca de R$ 202,8 milhões para a construção de 4.309 unidades habitacionais na região norte do Paraná que é composta por 92 municípios.

As famílias beneficiadas serão selecionadas pela prefeitura de Londrina, por meio de um cadastro já realizado pela Companhia Nacional de Habitação (Cohab). Para as famílias que ganham até três salários mínimos, o valor da parcela será de 10% da renda, chegando ao valor mínimo de R$50 a parcela. O prazo de pagamento é de até 10 anos, com subsídios quase integrais e isenção do seguro. E também isenção das tarifas cartoriais.

INAUGURAÇÃO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da inauguração do novo site da empresa DEDIC- GPTI, ligada ao Grupo Portugal Telecom. A empresa, que está instalada em Londrina desde 2000, foi ampliada e gerará mais de 3 mil novos empregos ainda este ano.

“Acho triste que milhões de coisas boas acontecem e não são noticiadas. Por isso venho aqui mostrar o lado do Brasil que funciona. Londrina é uma cidade extraordinária”, exclamou o presidente Lula.

Para o presidente “um país que não gera emprego, que não investe em educação, vai esperar o que da sua juventude. Somos o governo que mais investiu em universidades e em escolas profissionalizantes”.

A ministra Dilma afirmou que Londrina é o centro mais importante no que se refere aos call centers. “São empregos para os jovens e para as pessoas que não tem experiência”, explicou.

Dilma lembrou ainda que através do programa Brasil Profissionalizante foram investidos R$ 181 milhões para construção e reforma de 39 centros no Paraná. “Acreditamos que os jovens preparados nas escolas técnicas são essenciais para que o Brasil cresça”.

Fonte: Agência de Notícias – Estado do Paraná

Imóvel Financiado: Sete dicas para não perder o seu

Para muitos, o financiamento imobiliário é o empurrão que faltava para a compra de um imóvel. No entanto, a falta de planejamento e outros pequenos deslizes no processo de contratação do crédito podem ser suficientes para transformar o sonho da casa própria em um pesadelo para o mutuário.

Desde 2004, o Brasil possui uma legislação bastante rígida com os devedores inadimplentes. Ao mesmo tempo em que essas leis permitiram a queda dos juros no financiamento dos imóveis também tornaram mais fácil para os bancos retomarem os bens de mutuários devedores.

De acordo com Lúcio Delfino, diretor administrativo da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABNH), bastam três prestações do financiamento não pagas para que o imóvel possa ser retomado pelos credores. Caso seja a vontade do banco, rapidamente esse imóvel poderá ir a leilão, com o posterior despejo do mau pagador.

Abaixo, especialistas em financiamento imobiliário explicam como evitar os principais erros no crédito imobiliário:

1.    Fique de olho nas exigências:

Antes de começar a cogitar o crédito imobiliário como recurso para a compra de seu imóvel, leve em conta todas as características exigidas pelas instituições financeiras.  Os bancos privados, geralmente, financiam apenas 80% do imóvel. Na Caixa Econômica Federal é possível fazer financiamento de até 90% do valor de compra. Em geral, a primeira prestação mensal da parcela financiada não pode, por lei, ultrapassar 30% da renda líquida do comprador. O mais recomendado é ficar bem abaixo desse limite. Uma boa ideia é tomar um empréstimo com um prazo de pagamento maior para diminuir o valor de cada prestação. Depois, caso queira amortizar a dívida mais rapidamente, o mutuário poderá fazê-lo a partir de uma negociação com o banco. Para avaliar se liberam ou não um empréstimo, cada banco utiliza critérios próprios. Mas nenhum concede crédito para pessoas que tem o nome no SPC ou Serasa. Caso esse seja seu caso, será necessário pagar para limpar o nome antes de tomar o empréstimo.

2.    Tome o crédito certo:

Na hora de escolher a melhor linha de crédito imobiliário, abuse dos cálculos. Faça simulações, converse com especialistas e compare. A dica pode ser óbvia, mas muitas pessoas caem na inadimplência simplesmente porque não escolheram o melhor plano de financiamento. Aparentemente, as taxas de juros cobradas pelos bancos parecem bastante semelhantes. Mas, por muito pouco elas podem causar um rombo no seu orçamento. "Uma diferença de 1% nos juros pode significar até 50 mil reais em 20 anos", afirma Joe Powell, da consultoria Crédito Imobiliário Fácil. Outra dica é avaliar o custo total do crédito, o que inclui, além dos juros, uma taxa mensal cobrada pelo banco, outras taxas e seguros. Avalie também os sistemas de correção dos contratos. Segundo Raphael Rottgen, da consultoria Sagace, os contratos de juros prefixados ainda são muito caros no Brasil. Hoje o mais comum é que o banco cobre uma taxa fixa mais a TR (Taxa Referencial), que é pós-fixada. Como a TR é muito baixa e varia pouco de acordo com as oscilações da Selic, o risco da parcela pós-fixada é baixo e não compensa o aumento do custo do financiamento gerado pela taxa totalmente prefixada. Rottgen também aconselha os tomadores a evitar contratos de financiamento corrigidos pela Tabela Price e a optar pelos corrigidos pela SAC ou SACRE - porque os juros pagos vão diminuindo com o tempo.

3.    Tenha consciência de bolso:

O principal escorregão dos mutuários inadimplentes é, sem sombra de dúvida, a falta de planejamento financeiro. "As pessoas se esquecem que estão contraindo uma dívida de longo prazo, algo que ele pode levar até algumas décadas para quitar", afirma Marcelo Prata, CEO da consultoria Canal do Crédito Imobiliário. Por isso, é importante colocar na ponta do lápis cada um de seus gastos mensais e sempre levar em conta a possibilidade de outros imprevistos. A prestação que hoje cabe perfeitamente no seu bolso pode se transformar em uma obrigação hercúlea em caso de perda de emprego, por exemplo. A recomendação dos especialistas é sempre ter uma poupança para superar eventuais obstáculos.

4.    Não fique com a corda no pescoço:

"Muita gente usa tudo o que tem para a compra da casa e se assusta com as despesas de escritura, contrato de financiamento e ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis)",  diz Prata, do Canal do Crédito Imobiliário. A dica é reservar pelo menos 5% do valor do imóvel para esses gastos. Outro ponto facilmente esquecido são os possíveis investimentos com o imóvel que está sendo comprado. "Pode ter custo de reforma, seguro e mudança. Tudo tem que ser levado em consideração", diz Raphael Rottgen, da consultoria Sagace. Além disso, se você optar por bancos privados, pelo menos 20% do valor do imóvel terá que sair do seu bolso logo de cara. Os recursos do FGTS podem ajudar a compor a entrada.

5. Não se apresse:

Uma prática bastante comum nas transações imobiliárias que dependem de financiamento é a assinatura de um contrato de promessa de compra e venda de imóveis. Mas não assuma este compromisso antes da certeza de que você conseguirá o crédito no banco, aconselham os especialistas. "Vá até a agência bancária e peça uma análise prévia de seu perfil para checar se conseguirá o crédito", diz Delfino, da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABNH). A mesma dica vale para o imóvel que será comprado. Verifique se ele tem todas as características exigidas pelos bancos. Para isso, sempre peça para consultar a certidão de matrícula com ônus e ações. Este documento possui informações essenciais para esta operação, como metragem do imóvel e sua situação jurídica. Dessa forma, o comprador não fica sujeito a comprar um imóvel que depois venha a ser penhorado na Justiça.

6.    Calcule o tempo:

Fique atento para o prazo de liberação de crédito determinado nos contratos de promessa de compra e venda de imóveis. Se a data prevista para a assinatura do contrato de financiamento superar este prazo, você pode ser penalizado. A solução é determinar um período de no mínimo 60 dias para a conclusão do negócio de forma que haja uma boa folga para atender todas as exigências do banco.

7.    Evite consórcios:

Os consórcios estão longe de ter no exterior a popularidade que tem no Brasil. O custo para a aquisição de um imóvel parece ser bem menor - afinal, não há pagamento de juros, apenas de uma taxa de administração que varia entre 1,5% e 2,4% ao ano. Isso porque muitos consorciados não percebem que o dinheiro que pagam a cada mês ao consórcio não está sendo remunerado - ao contrário do que seria caso fosse depositado em alguma aplicação financeira. Esses recursos, na verdade, são aplicados pela própria administradora do consórcio, que fica com a remuneração. Para Raphael Rottgen, da Sagace, os consórcios são indicados apenas para quem quer ter uma espécie de poupança forçada e para quem não conseguiu outro tipo de crédito mobiliário no banco.

Fonte: Portal Exame

Birigui (SP): Audiência Pública vai discutir Habitação

A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social de Birigui vai realizar no próximo dia 19 (sexta-feira) audiência pública para discutir propostas referentes ao plano de habitação de interesse social. O objetivo é melhorar as condições de habitação no município, segundo nota distribuída pela assessoria da Prefeitura.

O evento será realizado às 18h, no Cras (Centro de Referência da Assistência Social), na rua Ermano Zin, 647, bairro Quemil. O prefeito Wilson Carlos Rodrigues Borini (PMDB) e a primeira-dama e secretária do Serviço Social, Geni Albani Borini, vão participar, além de várias autoridades convidadas.

Fonte: Folha da Região

Maringá (PR): 13ª Edição da Feira de Imóveis será em Abril

Facilidades de financiamento, promoções e opções para todos os tipos de orçamento. Essas são algumas vantagens que serão encontradas na 13ª Feira de Imóveis de Maringá, que será realizada em abril.

De acordo com o presidente regional do Sindicato de Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), Téo Granado, esta é a maior feira do setor do interior do Estado e além da presença das maiores empresas do ramo imobiliário e da habitação do noroeste do Paraná, o evento contará com a participação de empresas de Balneário Camboriú (SC).

Serão mais de trinta imobiliárias, bancos e empresas do setor financeiro que oferecerão condições diferenciadas de pagamentos especiais para o evento. “A feira permitirá aos visitantes conhecer todas as oportunidades do setor em um lugar só”.

Granado acrescenta que o ideal é que todas as pessoas passem pelo evento, mesmo que ainda não estejam preparadas para comprar ou alugar um imóvel a curto prazo. O importante é saber como funcionam as formas de pagamento, entre outras informações.

“O evento vai oferecer oportunidades para todas as classes sociais, desde casas populares e terrenos até apartamentos de luxo e condomínios residenciais”, frisa o presidente do Secovi.

A expectativa dos organizadores é receber aproximadamente dez mil pessoas durante os três dias, considerando o público de oito mil pessoas que passou pela feira no ano passado.

Serão comercializados no local mais de sete mil imóveis, com opções de vendas e locações.

As empresas também oferecem brindes e vantagens para os compradores. “No ano passado algumas imobiliárias deram as escrituras de graça e outras ofereceram alguns presentes como TV de plasma”, conta Granado.

Ele destaca que este é o ano do mercado imobiliário, tendo em vista, as significativas facilidades de crédito e financiamento do setor. As empresas estão oferecendo uma grande variedade e promoções em imóveis, além do grande número de construções em lançamento na cidade e em todo o Estado.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná Online

sexta-feira, 12 de março de 2010

Salão Imobiliário do RN: Programa Minha Casa, Minha Vida

As 280 empresas, entre construtoras, imobiliárias e incorporadoras que estão participando do Salão Imobiliário do Rio Grande do Norte pretendem atender aos mais diversos perfis, indo desde o segmento econômico aos imóveis de alto padrão. Mas quem visita o evento, percebe fácil que o principal foco é a negociação de imóveis através do programa habitacional do Governo Federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A Caixa Econômica Federal, único órgão que financia imóveis através desse programa habitacional e que tem um estande no Salão, está com 2,9 mil unidades em exposição, sendo 2,7 mil voltadas para o MCMV.

Para o gerente regional de negócios em construção civil da Caixa Econômica, Carlos Araújo, o Salão Imobiliário do RN estar com a grande maioria de seus imóveis sendo negociados pelo MCMV significa que o evento  está seguindo a atual tendência do mercado brasileiro. “São 11 empresas parceiras da Caixa, em 17 empreendimentos, e só estamos acompanhando a tônica do setor”, avalia Araújo.

De acordo com o gerente regional, o valor de venda global estimado pela Caixa Econômica durante o evento é de R$ 280 milhões. Ele detalha que, dentre imóveis negociados através do programa habitacional os preços variam entre R$ 51 mil e R$ 106 mil e, mesmo sem ter ainda uma estimativa, o volume de negócios fechados desde o início do Salão vem superando todas as expectativas do órgão.

Carlos Araújo chama a atenção para o fato de o MCMV não poder ser classificado como um programa habitacional popular, principalmente devido às características dos imóveis que vêm sendo construídos com o intuito de atrair compradores através do programa. “Vemos empreendimentos dentro do MCMV que têm o conceito de condomínio clube, o que até bem pouco tempo só era encontrado em imóveis construídos para as classes mais altas”, destaca.

Vantagens

O gerente regional de negócios em construção civil da Caixa diz que o grande enfoque ocorre pelo programa habitacional oferecer vantagens para o consumidor, como juros baixos, financiamentos longos e, principalmente, ter parte do valor do imóvel subsidiado pelo Governo Federal. “Para quem tem renda de até três salários mínimos e vai adquirir um imóvel com valor de R$ 51 mil, tem direito a um subsídio de R$ 17 mil. Na prática, a pessoa termina pagando R$ 34 mil, em um financiamento de até 30 anos”, exemplifica.

O Salão segue até domingo, no Centro de Convenções, com entrada e estacionamento gratuitos. De acordo com os organizadores, cinco mil pessoas passaram pelo pavilhão que concentra 194  estandes e a perspectiva é atrair mais de 30 mil visitantes até o final do evento.

Fonte: Tribuna do Norte

Salão Imobiliário do Rio Grande do Norte: vai até domingo

O 7° Salão Imobiliário do RN começou na quarta-feira, às 14h. O evento vem crescendo ano após ano, e em 2007 funcionou com 272 estandes. Ele ocupará uma área de 1.557 metros quadrados, utilizando o Pavilhão das Dunas e parte das áreas adjacentes no Centro de Convenções de Natal, e deverá receber um público estimado em 30 mil pessoas.

Os visitantes do 7° Salão Imobiliário do RN terão a oportunidade de conhecer lançamentos em condomínios fechados de alto luxo, flats, imóveis em praias, bem como grandes áreas, granjas e até aluguéis e poderão contratar financiamentos pela Caixa Econômica Federal (CEF) na compra de imóveis a partir de R$ 50 mil. A entrada e o estacionamento serão gratuitos.

O Salão Imobiliário do RN é considerado o segundo maior do gênero em todo o País, perdendo apenas para o de São Paulo. Os visitantes encontrarão um ambiente totalmente climatizado, com praça de alimentação, Internet sem fio, e auditório com ‘workshops’ sobre detalhes do segmento. A presença da maioria das empresas imobiliárias do mercado norte-rio-grandense também demonstra a importância do evento.

Palestras

“O crescimento do mercado através da informação”. Este é o tema de um ciclo de palestras destinadas aos profissionais liberais, corretores de imóveis e gestores do mercado imobiliário, que ocorrem durante a realização do evento. A promoção das palestras é do Sindicato das Empresas Imobiliárias do RN (Secovi/RN) e apoio do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis - Creci/RN (17ª Região), Escola Talentos e Sindicato dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Norte.

Serviço
VII Salão Imobiliário do RN
De 12 a 16 de março de 2008
Centro de Convenções de Natal - Pavilhão das Dunas
Horário: das 14h às 22h
Entrada e estacionamento: gratuitos

Fonte: Tribuna do Norte

Palmas (TO): Beneficiários de programas habitacionais da Capital são inseridos no CadÚnico

10/03/2010 15:55:07

As famílias beneficiadas pelos programas habitacionais, realizados pela Prefeitura de Palmas, estão sendo inseridas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Meio Ambiente e Habitação (Sedumah) no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

A princípio a ação visa inserir aproximadamente 3.700 famílias dos programas Vila do Sol, Cidade Solidária (Lago Sul), Habitação de Interesse Social - HIS no Jardim Aureny III, Habitar Brasil BID no Jardim Santa Bárbara, Minha Casa, Minha Vida, no Morada do Sol III e PAC - Meu Teto na 1304 Sul, 1306 Sul e 408 Norte. Etapa que deverá ser concluída até junho próximo. Posteriormente todas as famílias cadastradas no Município serão automaticamente inseridas no CadÚnico assim que forem beneficiadas.

De acordo com a gerente de Programas Habitacionais, Valéria Lustosa, o CadÚnico é uma importante ferramenta para evitar que a família beneficiada se inscreva em outros programas tanto no próprio município em que reside quanto em outros municípios de qualquer estado, já que é uma rede integrada de informações.

O Cadastro Único para Programas Sociais é um instrumento de coleta de dados e informações com o objetivo de identificar todas as famílias de baixa renda existentes no país, funcionando como um instrumento de identificação e caracterização socioeconômica das famílias. É utilizado, obrigatoriamente, para a seleção de beneficiários e para integração de programas sociais do governo federal.

Devem ser cadastradas famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Famílias que possuem renda superior a esse valor podem ser inseridas no CadÚnico desde que tenham sido contempladas em programas habitacionais sociais desenvolvidos pelo governo federal, estadual ou municipal.

Fonte: Portal Stylo

 
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